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Plataforma Moodle do CFAEBI

 

 

Para consultar o nosso plano de formação aceda aqui: 

https://bit.ly/3WIdwvj

DIVULGAÇÃO

209

Projeto Fundão 2025 – Introdução à Inteligência Artificial para Professores
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo;

ACD

 

3.0 horas

 

e-learning

 

Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo

online
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

A Inteligência Artificial (IA) está a transformar profundamente diversos setores, incluindo o ensino, exigindo que os professores adquiram conhecimentos fundamentais sobre esta tecnologia para a integrarem de forma informada e crítica na sua prática pedagógica. Atualmente, a IA é utilizada em inúmeras ...
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Ref. 173T1 Inscrições abertas até 09-04-2025 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: AFCD nº 20

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 10-04-2025

Fim: 10-04-2025

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Mónica do Carmo Nascimento Aldeia

Destinatários

Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal do Fundão; ReadyAI; EDUCOM

Enquadramento

A Inteligência Artificial (IA) está a transformar profundamente diversos setores, incluindo o ensino, exigindo que os professores adquiram conhecimentos fundamentais sobre esta tecnologia para a integrarem de forma informada e crítica na sua prática pedagógica. Atualmente, a IA é utilizada em inúmeras aplicações do quotidiano, desde assistentes virtuais a sistemas de recomendação e plataformas educativas baseadas em aprendizagem automática. No contexto escolar, o uso responsável e ético destas tecnologias requer uma compreensão sólida dos seus fundamentos, do seu impacto e dos desafios que coloca, nomeadamente no que se refere a questões de ética, equidade e privacidade. Além disso, esta formação é essencial para capacitar os professores na orientação de alunos em projetos de IA, nomeadamente no âmbito do WAICY Fundão 2025, um evento que promove a aprendizagem e o desenvolvimento de competências nesta área. Ao introduzir conceitos como as Cinco Grandes Ideias da IA, pretende-se dotar os docentes de um quadro educativo estruturado para ensinar Inteligência Artificial de forma acessível e pedagógica. Desta forma, a ACD visa introduzir temas atuais de IA, melhorando a literacia digital e tecnológica dos professores, exemplificar ferramentas práticas para que possam estimular o pensamento crítico e criativo dos alunos, preparando-os para um futuro onde a IA desempenhará um papel cada vez mais relevante.

Objetivos

Fornecer conhecimentos fundamentais sobre a Inteligência Artificial (IA) e o seu impacto na sociedade. Explorar aplicações da IA no quotidiano e no ensino.

Conteúdos

Abordar questões éticas e desafios da IA. Introduzir as Cinco Grandes Ideias da IA. Apresentar o WAICY Fundão 2025.


Observações

Ação de Formação de Curta Duração exclusiva para docentes dos AE do Fundão e Gardunha e Xisto

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-04-2025 (Quinta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME
211

Projeto Fundão 2025 – Introdução à Inteligência Artificial para Professores
Professores do 3º Ciclo

ACD

 

3.0 horas

 

e-learning

 

Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo

online
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

A Inteligência Artificial (IA) está a transformar profundamente diversos setores, incluindo o ensino, exigindo que os professores adquiram conhecimentos fundamentais sobre esta tecnologia para a integrarem de forma informada e crítica na sua prática pedagógica. Atualmente, a IA é utilizada em inúmeras ...
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Ref. 173T2 Inscrições abertas até 09-04-2025 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: AFCD nº 20

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 10-04-2025

Fim: 10-04-2025

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Mónica do Carmo Nascimento Aldeia

Destinatários

Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal do Fundão; ReadyAI; EDUCOM

Enquadramento

A Inteligência Artificial (IA) está a transformar profundamente diversos setores, incluindo o ensino, exigindo que os professores adquiram conhecimentos fundamentais sobre esta tecnologia para a integrarem de forma informada e crítica na sua prática pedagógica. Atualmente, a IA é utilizada em inúmeras aplicações do quotidiano, desde assistentes virtuais a sistemas de recomendação e plataformas educativas baseadas em aprendizagem automática. No contexto escolar, o uso responsável e ético destas tecnologias requer uma compreensão sólida dos seus fundamentos, do seu impacto e dos desafios que coloca, nomeadamente no que se refere a questões de ética, equidade e privacidade. Além disso, esta formação é essencial para capacitar os professores na orientação de alunos em projetos de IA, nomeadamente no âmbito do WAICY Fundão 2025, um evento que promove a aprendizagem e o desenvolvimento de competências nesta área. Ao introduzir conceitos como as Cinco Grandes Ideias da IA, pretende-se dotar os docentes de um quadro educativo estruturado para ensinar Inteligência Artificial de forma acessível e pedagógica. Desta forma, a ACD visa introduzir temas atuais de IA, melhorando a literacia digital e tecnológica dos professores, exemplificar ferramentas práticas para que possam estimular o pensamento crítico e criativo dos alunos, preparando-os para um futuro onde a IA desempenhará um papel cada vez mais relevante.

Objetivos

Fornecer conhecimentos fundamentais sobre a Inteligência Artificial (IA) e o seu impacto na sociedade. Explorar aplicações da IA no quotidiano e no ensino.

Conteúdos

Abordar questões éticas e desafios da IA. Introduzir as Cinco Grandes Ideias da IA. Apresentar o WAICY Fundão 2025.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-04-2025 (Quinta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME
213

“Artes Visuais: técnicas e tecnologias 2 - Bem estar físico e psicológico”

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600

Escola Secundário do Fundão
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Pretende-se com o ensino das Artes Visuais fomentar a aquisição de competências e técnicas, com as quais as crianças e jovens se possam exprimir e consolidar a sua relação com o mundo ao seu redor. Através de pinturas, desenhos, esculturas, estruturas, figuras geométricas, estimulação dos sentidos, a aula ...
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Ref. 176T1 Inscrições abertas até 08-05-2025 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133457/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 09-05-2025

Fim: 31-05-2025

Regime: Presencial

Local: Escola Secundário do Fundão

Formador

Alice Fernandes da Fonseca Rodrigues

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Pretende-se com o ensino das Artes Visuais fomentar a aquisição de competências e técnicas, com as quais as crianças e jovens se possam exprimir e consolidar a sua relação com o mundo ao seu redor. Através de pinturas, desenhos, esculturas, estruturas, figuras geométricas, estimulação dos sentidos, a aula de Educação Visual é uma fonte de criatividade. Usar formas, cores, imagens, gestos, sons e outras expressões com consciência da imagem é de grande importância na Educação Visual e é fundamental para o desenvolvimento cognitivo, afetivo, motor e perceptivo dos jovens. É importante utilizar a Arte trabalhando-a como uma forma de aprendizagem, clarificando os objetivos, as metas ou competências relevantes em cada atividade. Desde tempos imemoriais que a lã, tecida para proteger e confortar, faz parte do quotidiano da Humanidade. Os saberes e artes da manufatura e tintura, a morosidade e precisão requeridas pelas técnicas de produção foram preservadas e aprimoradas ao longo de centenas de anos. Esta cultura da lã é indissociável da pastorícia e dos conhecimentos ancestrais das sociedades agro-pastoris e faz parte do património da nossa região. A utilização da tecnologia da cerâmica, pintura com engobes e vidragem, técnicas com forte tradição na região, é importante ser trabalhada pelos docentes, para que estes, em sala de aula, possam desenvolver estas competências nos alunos oferecendo uma série de benefícios para a saúde mental e o bem-estar emocional. Embora muitas pessoas a vejam como uma atividade de lazer, ela tem um impacto positivo nas áreas cognitiva, emocional e social.

Objetivos

Nesta oficina, o processo criativo será desenvolvido a partir da livre experimentação de métodos e técnicas de desenho, escultura e pintura, sempre documentada com o registo em fotografia/vídeo (máquina ou telemóvel). Pretende-se desenvolver os seguintes conteúdos curriculares: - E-portefólio; - Iniciação às tecnologias manuais/práticas e às tecnológicas/digitais (aplicadas às Artes Visuais); - Materiais, instrumentos e suportes, e suas possibilidades expressivas; - Tarefas em suporte de papel; - Noção de composição; - Colagem, técnicas mistas; - Utilização de materiais recuperados; - Cerâmica, pintura com engobes e vidragem; -Tecnologia da lã e das feltragens; - Volume, estrutura e proporção; - Trabalhos com materiais recuperados como papel e PET; - Desenvolvimento da expressão pessoal; - Desenho com programas específicos; - Tratamento de imagem com programas informáticos simples e intuitivos. Pretende-se também (independentemente da formação de base de cada professor) que seja possível adaptar a lecionação aos alunos, aos projetos de escola, aos DACs e à inclusão, havendo inclusive maior flexibilidade na utilização das TIC.

Conteúdos

1- Partilha de experiências: a) dentro das linhas orientadoras do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), pretende-se trabalhar algumas metodologias de aprendizagens transformadoras através de projetos que integrem ferramentas artísticas e científicas, através das quais se pode contribuir para ‘formar nos alunos a consciência de sustentabilidade’, o conhecimento de materiais com tradição local como o barro e a lã.. A partilha de metodologias entre professores vai ao encontro do supra referido com o objetivo de desenvolver projetos de trabalho com os alunos, no âmbito da sustentabilidade ambiental. b) introdução a vários movimentos e correntes artísticas, como a Arte Povera, eco arte ou arte ambiental. c) construção de banco de planificações de Unidades de Trabalho. d) inspiração para atividades que permitam a interdisciplinaridade e a participação em Domínios de Autonomia Curricular (DAC). 2- Compreender e interpretar categorias estéticas da arte e das tecnologias, reconhecendo os seus Paradigmas (projeto); 3- Dominar conceitos e técnicas de expressão plástica em cruzamentos com outras áreas; 4- Barro, pintura com engobes e vidrados; Introdução ao “engobe como material para colorir” e ao vidrado brilhante ou mate. 5- Atelier- Dotar os docentes de uma visão mais completa desta tecnologia do fogo, que não se resume à moldagem. Os acabamentos são de grande importância para o resultado final da peça. Visita à “casa do Barro” na aldeia de Telhado/Fundão. 6- Conhecer as principais questões relacionadas com a lâ- visita ao museu dos lanifícios na Covilhã; 7- A LÃ, Desenvolvimento de competências ligadas à tecnologia da lã, que está a perder a sua utilização, mas que fazendo parte do património, deverá ser transmitido às novas gerações, adaptado às novas solicitações e divulgado com a consistência que merece. Feltragem seca e molhada e produção de objetos (tapeçarias, esculturas, bijutaria, etc.) com respetivos tutoriais 8- Tapeçaria mista (com produção de tutoriais em vídeo ou outro tipo de apresentação) Tapeçaria simples com introdução de inertes (peças de barro produzidas na ação e materiais recuperados e outras fibras. Uma vez que se trata de técnicas que podem ser usadas em qualquer nível de ensino e estimulam a criatividade, produção de vídeos da sua execução. 9- Construir um e-portefólio; 10- Colaborar num banco de planificações de “Unidades de Trabalho” originais e criativas; 11- Promover a utilização das TIC no complemento das Artes Visuais.

Avaliação

a) Pelos formandos: E-Portefólio e documento de autoavaliação b) Pelo formador: Fichas de rubricas relativas aos objetivos e aos parâmetros de avaliação Os formandos são avaliados de forma qualitativa e quantitativa, de acordo com as seguintes menções: Excelente — de 9 a 10 valores; Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; Bom — de 6,5 a 7,9 valores; Regular — de 5 a 6,4 valores; Insuficiente — de 1 a 4,9 valores. Os formandos devem assistir a pelo menos 2/3 da Oficina de Formação.

Bibliografia

Traquino, M. (2010). Arte Agora: Pensamentos Enraizados na Experiência. Annablume editora.Bernardes, C., Miranda, F.; (2003). Portefólio Uma Escola de Competências. Porto: Porto Editora.Fernandes, D., Neves, A. Campos, C., Conceição, J. M., Alaiz, V., (2004). “Portfolios: para uma avaliação mais autêntica, mais participada e mais reflexiva”, in: Pensar avaliação, melhorar a aprendizagem; Lisboa: IIE 1994, http://www.proAlves, P.; (2005). “O Portefólio: Instrumento de avaliação de uma disciplina na UniversidadeBarrett, Helen C. (2005). The Research on Portfolios in Education


Observações

Oficina de Formação a decorrer sextas-feiras 03 horas à tarde e sábados 06 horas;


INSCREVER-ME

213

Laboratórios Artísticos – a Música e a Transdisciplinaridade como Projeto de Criação na Sala de Aula

Curso

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 200, 210, 220, 240, 250, 300, 600 e 610

Local a definir

Nesta formação entregamo-nos à experimentação livre, aberta e despojada enquadrada pelo perfil dos alunos á saída da escolaridade obrigatória. Experimentamos situações que permitam entender o que é ser aluno, criança, não ter vergonha, descobrir mil formas de ver e fazer, diferenciadamente no contexto de ...
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Ref. 175T1 Inscrições abertas até 10-06-2025 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131138/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 13-06-2025

Fim: 14-06-2025

Regime: Presencial

Local: None

Destinatários

Professores dos Grupos 200, 210, 220, 240, 250, 300, 600 e 610

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220, 240, 250, 300, 600 e 610. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220, 240, 250, 300, 600 e 610.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Plano Nacional das Artes

Enquadramento

Nesta formação entregamo-nos à experimentação livre, aberta e despojada enquadrada pelo perfil dos alunos á saída da escolaridade obrigatória. Experimentamos situações que permitam entender o que é ser aluno, criança, não ter vergonha, descobrir mil formas de ver e fazer, diferenciadamente no contexto de cada um, buscando a inclusão, para abrir portas, janelas e horizontes, mobilizar a vontade e o pensamento divergente. Despertar sentidos, abrir os olhos e os ouvidos, para que a criação e a educação possam ser sitémicas e orgânicas. Exploramos o caos, ou pelo menos o caos aparente, para que seja possível repensar e ver outras formas de ser e fazer. É uma proposta para ajudar os professores, facilitadores, artistas, a desbloquearem formas de fazer mais inesperadas, que resgatem a atenção e a curiosidade dos seus interlocutores, promovendo a aquisição de sabres e o desenvolvimento de competências.

Objetivos

• Adquirir ferramentas musicais para desenvolver projetos artísticos e interdisciplinares na sala de aula • Trabalhar as práticas artísticas de uma forma transversal e, olhá-las além dos seus cânones • Conhecer e observar exemplos • Trabalhar competências de liderança democrática de projeto num grupo em sala de aula • Perceber como se organiza e estrutura o trabalho de Projeto, os objetivos e o processo de validação • Criar o paralelo entre a formação em “bolha” de criação com o próprio grupo de participantes e o acompanhamento do trabalho de campo de cada participante, com o tempo para pôr em prática, refletir, discutir dúvidas e apresentação resultados • A “criação de ciência” - como padronizar e utilizar os registos das aulas • Imergir na criação de um trabalho conjunto de projeto

Conteúdos

MÓDULO 1: O projeto artístico - Bases e ferramentas para o desenvolvimento de projetos inter-arte sem sala de aula Elucidar os participantes acerca dos pilares fundamentais para o desenvolvimento de um projeto com base musical Iniciar e desenvolver um projeto artístico conjunto - a interdisciplinaridade artística e o desenvolvimento do pensamento artístico Compreender as bases para a mediação de um projeto - o papel do mediador/facilitador artístico Autores e referências fundamentais MÓDULO 2 - A Arte como meio e como fim - o compromisso sério com a sala de aula como comunidade Terminologia (significado de termos como: Projeto, Música na Comunidade e Laboratórios Artísticos) Compreender a validade da arte como produto final Compreender a importância da arte no desenvolvimento pessoal e socioemocional, nas diferentes fases da aprendizagem e no trabalho de transformação pessoal e do grupo Facilitar o desenvolvimento do EU-artista e EU-líder democrático de cada participante. O trabalho em grupo - dinâmicas, exercícios, jogos, dispositivos de criatividade Módulo 3: Laboratórios Artísticos 1- Escrita criativa 2- Composição e improvisação musical 3- Paisagens sonoras 4- Movimento e técnicas de palco MÓDULO 4: Organizar e estruturar o trabalho de Projeto - da teoria à prática Compreender os diferentes passos da estruturação do trabalho de laboratório artístico, e refletir sobre a sua importância - as diferentes fases de um Projeto artístico de curta, média ou longa duração Adquirir ferramentas que conferem ao mediador artístico a capacidade de tomada de decisão consciente, relativamente a um trabalho que desenvolva com a sua comunidade Criar ciência - compreender a importância dos registos de planeamentos, balanços evolução artística, pessoal e social em cada sessão - análise de tabelas e ferramentas de validação e avaliação MÓDULO 5: Performance e reflexão conjunta - pistas para o futuro Pôr em prática as ferramentas e experiências efetuadas ao longo da formação - criação de um pequeno projeto em grupo Refletir sobre o papel do produto no processo de criação artística - o produto artístico como consequência, em detrimento do produto artístico como objetivo.

Metodologias

A formação debruça-se na passagem de ferramentas artísticas democráticas, de liderança de grupos, e de pensamento de projeto aos formandos. As sessões serão práticas, com propostas, exercícios, desafios concretos, individuais e em grupo, acompanhadas de reflexões e fundamentação teórica, assim como de ferramentas para a aplicação dos conteúdos. Serão utilizados os métodos expositivos, demonstrativos, interrogativos e ativos, através de metodologias como: Exposição Oral; Dinâmicas de grupo; Trabalho cooperativo e colaborativo, Trabalho individual; Debate; Reflexão e descoberta; Resolução de problemas; Brainstorming; Trabalho interativo de grupo; Ao longo da formação, os participantes terão a oportunidade de, não só aplicar os métodos e aprendizagens nas suas salas de aula, como também desenvolver e integrar um projeto artístico, o qual se concretizará na última sessão.

Avaliação

As metodologias de avaliação destinam-se a contribuir para uma autoanálise relativamente à forma como foi concebida, organizada e executada a ação de formação. A avaliação dos formandos terá em conta a assiduidade e participação nas sessões. Será também avaliado o exercício de trabalho autónomo de abordagem dos conteúdos trabalhados em contexto de sala de aula. A avaliação obedece aos critérios estabelecidos pelo Centro de Formação, de acordo com orientações do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua.

Bibliografia

- Martins, Isabel Minhós e Pedrosa, Maria Manuel (2021) Como ver coisas invisíveis - Observações, experiências e perguntas de artistas, cientistas e outras pessoas com imaginação, Planeta Tangerina- Smith, Keri (2017) Como Ser um Explorador do Mundo - Museu de Arte de Vida Portátil- Sousa, Alberto B. (2003) Educação pela Arte e Artes na Educação, Horizontes Pedagógicos- Schafer, R. Murray (1992) A Sound Education – 100 exercises in listening and sound-making, Arcana Editions- Cortesão, Irene (2016) A música no Jardim de Infância: uma proposta de desenho curricular, ESEPF



INSCREVER-ME

212