2

Inclusão em contexto escolar

Cartaz da formação

Módulo II — Bibliotecas Escolares

 

Plataforma Moodle do CFAEBI

 

 

Para consultar o nosso plano de formação aceda aqui: 

https://bit.ly/3WIdwvj

DIVULGAÇÃO

359

O Padel no Desporto Escolar - Nível 1

Curso

 

25,0 horas

 

b-learning

 

Professores dos Grupos 260 e 620

Sessões presenciais: Escola sede do Agrupamento de Escolas A Lã e a Neve e Clube de Padel na Covilhã

Dois fatores se destacam nesta justificação com o objetivo de dar a conhecer o Padel aos professores, alargando assim o leque de modalidades que poderão ser abordadas nas aulas de Educação Física ou no âmbito do Desporto Escolar, tanto ao nível da atividade interna ou externa: 1. Sendo uma modalidade ...
Ler mais Ler menos

Ref. 297T1 Inscrições abertas até 14 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141453/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 15 de Outubro de 2026

Fim: 21 de Outubro de 2026

Regime: b-learning

Local: Sessões presenciais: Escola sede do Agrupamento de Escolas A Lã e a Neve e Clube de Padel na Covilhã

Formador

Paulo Jorge Sequeira Sanches

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Dois fatores se destacam nesta justificação com o objetivo de dar a conhecer o Padel aos professores, alargando assim o leque de modalidades que poderão ser abordadas nas aulas de Educação Física ou no âmbito do Desporto Escolar, tanto ao nível da atividade interna ou externa: 1. Sendo uma modalidade individual o Padel apresenta características únicas no que concerne à socialização, cooperação e integração de ambos os géneros numa atividade desportiva. 2. Por ser uma modalidade não nuclear nos Programas Nacionais de Educação Física, devido à sua pouca visibilidade e à não contemplação na formação inicial de professores, leva a que haja um deficit de conhecimento do Padel nas escolas, sendo por vezes negligenciada na lecionação das aulas de Educação Física e perdendo-se assim um instrumento pedagógico de inegável valor pelos fatores base que assentam no seu desenvolvimento.

Objetivos

Providenciar aos professores um instrumento pedagógico de grande valor, assegurando conhecimentos específicos da modalidade, suficientes para que possam lecionar com qualidade o Padel nas aulas de educação física, bem como, desenvolver projetos nas escolas tanto na vertente curricular como extracurricular, nomeadamente no Desporto Escolar • Conhecer as regras base do Padel • Identificar a terminologia específica; • Conhecer gestos técnicos específicos de base; • Conhecer os princípios do jogo; diferenciando as zonas e os princípios táticos inerentes a cada uma delas • Conhecer e desenvolver formas jogadas simplificadas; e metodologias específicas para o ensino e treino da modalidade nos escalões mais jovens • Dominar as movimentações específicas básicas do jogo formal;

Conteúdos

Conteúdos programáticos - Enquadramento Geral (2h) o Enquadramento do aparecimento da modalidade o História da Modalidade no Mundo o História da modalidade em Portugal • Caraterização do jogo • Principais regras do Jogo • Terminologia específica • O projeto do Padel Escolar - Introdução à Metodologia de Ensino(16h) . Progressões de ensino para as principais técnicas e respetivas componentes táticas específicas. . Posição de Espera . Gesto Técnico da Direita . Gesto Técnico de esquerda . Gesto Técnico do Serviço . O Balão . Os ressaltos na Parede . Gesto Técnico do Voley de Direita . Gesto Técnico de Voley de Esquerda . Gesto Técnico da Bandeja - Conhecer os princípios do Jogo (3h) . Situações defensivas . Situações ofensivas . Situações de Jogo - ÉTICA E VALORES NO PADEL(4h) na perspectiva do: . Praticante . Professor . Encarregado de Educação . A aplicação do Cartão Branco

Metodologias

As atividades previstas nesta ação de formação estão divididas em sessões Síncronas (8 horas), práticas (12 horas) e Assíncronas (5 horas) num total de 25h de duração. As sessões terão um caráter predominantemente prático, com 12 horas previstas para esta componente e 8 horas previstas para uma componente teórica (expositiva/demonstrativa), em sessões síncronas, utilizando as várias plataformas ao dispor para o efeito. Nas sessões práticas serão utilizados os materiais próprios e específicos da modalidade (cesto e bolas), enquanto que a componente teórica(síncrona) recorrerá a conteúdos multimédia para melhor abordar a temática.

Avaliação

A avaliação das atividades desenvolvidas neste curso é de carácter continuado, realizada pelos formadores em conjunto com os formandos e tem como referência os objectivos do curso. A avaliação incide sobre o desenvolvimento das competências do formando ao longo da duração do curso, sendo dividida da seguinte forma: 70% para: • Qualidade da participação dos formandos nas sessões presenciais(40%); • Percurso dos participantes ao longo da duração do curso; • Elaboração de dois trabalhos sobre a matéria lecionada. 30% Para • Elaboração de um relatório crítico, onde devem explicar de que forma este desporto poderá ajudar as suas turmas a desenvolver competências.

Bibliografia

- Manual do Treinador de Padel- nível I- Documentos e conteúdos do site da Federação Internacional de Padel - http://www.padelfip.com- Documentos e conteúdos do site da Federação Portuguesa de Padel – www.fppadel.pt



INSCREVER-ME
365

Combate aos discursos de ódio o desafio das plataformas digitais

Curso

 

14,0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial

Escola sede do Agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto

A CooLabora tem uma forte intervenção na área da igualdade de género e além do trabalho direto com escolas e sensibilização da população através de iniciativas públicas, tem um gabinete de apoio a vítimas de violência doméstica e uma resposta psicológica para crianças vítimas de violência doméstica. É ...
Ler mais Ler menos

Ref. 302T1 Inscrições abertas até 18 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-142178/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 14,0 horas

Início: 19 de Outubro de 2026

Fim: 2 de Novembro de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola sede do Agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A CooLabora tem uma forte intervenção na área da igualdade de género e além do trabalho direto com escolas e sensibilização da população através de iniciativas públicas, tem um gabinete de apoio a vítimas de violência doméstica e uma resposta psicológica para crianças vítimas de violência doméstica. É também uma entidade formadora certificada e é neste âmbito que apresenta esta candidatura procurando desta forma apoiar professores/as a promover uma educação livre de preconceitos que atentam contra os direitos humanos. Um dos fenómenos que surgiram com o aparecimento das redes sociais foi o discurso de ódio. Este, apresenta-se como um fenómeno social que discute os limites da liberdade de expressão, da dignidade da pessoa humana e o princípio da tolerância. Trata-se, em última instância, de uma ameaça direta aos direitos humanos que prolifera entre os/as mais jovens graças, sobretudo, à influência das plataformas digitais. Um tema para o qual os/as profissionais de educação não se sentem preparados/as. Esta formação pretende reforçar as suas competências nesta área.

Objetivos

Participação de, pelo menos, 45 docentes dos concelhos da Covilhã, Belmonte e Fundão e territórios limítrofes. Reforçar a consciencialização e os conhecimentos de profissionais de educação para identificar e combater comportamentos de discurso de ódio, nomeadamente através das plataformas digitais.

Conteúdos

Módulo: 1 - Discursos de ódio: enquadramento e conceitos (3h) 1. Discutir as origens do discurso de ódio nas suas várias formas; 2. Discussão de conceitos-chave: discurso de ódio, misoginia, sexismo, entre outros; 3. Conhecer dados estatísticos e estudos recentes (ex: FRA, APAV, EPRS 2024); 4. Análise de casos reais (anonimizados), com discussão sobre o seu enquadramento legal e simbólico; 5. Introdução à interseccionalidade com exemplos; 6. Discussão orientada sobre impacto nas vítimas e suas consequências: silenciamento, retraimento, autoexclusão, entre outros. Módulo II – Discursos de ódio e literacia digital com base em direitos humanos (3h) 1. Conceitos fundamentais de direitos humanos aplicados à comunicação digital; 2. A literacia digital crítica e o seu papel na prevenção de discursos de ódio; 3. Apresentação e discussão de recursos internacionais: 3.1 Bookmarks (CoE) - https://www.coe.int/en/web/no-hatecampaign/bookmarks-connexions 3.2 UNICRI - https://unicri.org/ 4. Estudo de casos em plataformas digitais: https://www.youtube.com/watch?v=ufFAsmt82mg Mód. III – Redes Sociais, Plataformas digitais e Algoritmos - Desinformação e manipulação de conteúdos (4h) 1. Identificar exemplos de “Deepfake” e campanhas de desinformação várias, nomeadamente de género (ex: IMS, FRA); 2. Identificar através de exemplos online de fake news trolling, para difusão de discursos misóginos, racistas, LGBT fóbico, entre outros; 3. Utilização de vídeos e campanhas internacionais para discussão (#ReclaimTheInternet, Council of Europe) e (#ReclaimTheInternet, Council of Europe), entre outras; 4. Simulação prática de identificação de desinformação (baseado no manual Bookmarks, entre outros); 5. Analisar "IA e algoritmos de amplificação do ódio" com exemplos de vieses algorítmicos (ex. via plataformas de recomendação, anúncios, moderação automatizada). 5.1 Análise de recursos: https://www.unwomen.org/sites/default/files/2024-10/a-79-500-sg-report-ending-violence- against-women-and-girls-2024-en.pdf; https://news.un.org/en/story/2025/06/1164531 Mód IV – Estratégias de prevenção e intervenção em contexto escolar/social -Enquadramento legal e mecanismos de denúncia (4h) 1. Construção de propostas de planos de prevenção de discursos de ódio para escolas; 2. Análise de boas práticas internacionais e nacionais; 3. Atividades com estudantes: debates, role-play e projetos interdisciplinares; 4. Enquadramento jurídico sobre discurso de ódio e liberdade de expressão: legislação nacional e europeia; 5. Mecanismos de denúncia (Gabinete cibercrime https://cibercrime.ministeriopublico.pt/pagina/denuncia-0 ); 6. Estudo de casos: identificação de exemplos de desinformação e articulação com autoridades e entidades competentes.

Metodologias

As sessões decorrerão em formato teórico-prático na modalidade presencial. Significa isto que as sessões terão uma componente expositiva e reflexiva sobre os conteúdos apresentados pela formadora e uma outra componente aplicada em que se discutem estratégias para que estes conteúdos possam trazer mudanças ao ensino através da uma maior consciencialização e conhecimentos para identificar e combater comportamentos de discursos de ódio, nomeadamente através de plataformas digitais. Serão também apresentadas propostas para exploração de projectos implementados em contextos de educação formal, de recursos educativos nacionais e estrangeiros. Discussão com formandas e formandos de experiências vividas e das dificuldades sentidas e estratégias adotadas ou a adotar para as superar.

Avaliação

A formação tem carácter presencial e supõe a frequência obrigatória de 90% do número de horas de duração da ação. As dimensões de avaliação são as seguintes: - Avaliação Diagnóstica (Formandos/as) que será feita na primeira sessão por interação direta com o grupo de formandas/os. - Avaliação das Aprendizagens (Formandos/as) que ocorre pela participação ativa nas sessões e pela elaboração do relatório final individual reflexivo em que será apresentada a articulação teórico-prática: como os conceitos teóricos da formação se cruzam com a realidade da escola; como a mudança de práticas pode ocorrer graças às competências adquiridas e o que muda na sua forma de ensinar. - Avaliação da Reação (Intervenientes no processo formativo, tais como Formandos/as, Formadores/as. Esta será feita através de um questionário anónimo em que aferimos a satisfação com várias dimensões da atividade formativa. A classificação (escala de 1 a 10) será a indicada pelo Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio.

Bibliografia

1. Cyberviolence Against Women in the EU, EPRS (2024)2. Bookmarks: Manual para combater o discurso de ódio online, Conselho da Europa3. Toolkit 'Reclaim the Internet', WNC4. Estratégia Europeia para a Igualdade de Género 2020–20255. Carta Portuguesa dos Direitos Humanos na Era Digital



INSCREVER-ME
358

Descoberta da Linguagem Escrita e Aprendizagem da Língua Portuguesa em Contextos Multilingues e Multiculturais: desafios e estratégias pedagógico-didáticas.
Ação exclusiva para docentes do 1.º ciclo que desempenham funções no concelho do Fundão

Oficina

 

50,0 horas

 

b-learning

 

Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220

Local a definir

A crescente diversidade linguística e cultural no panorama educativo português, decorrente dos fluxos migratórios, tem colocado novos desafios ao desenvolvimento de competências de literacia em Língua Portuguesa (LP). Os Profissionais de Educação reportam falta de preparação para responder a esta ...
Ler mais Ler menos

Ref. 296T1 Inscrições abertas até 27 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140357/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 24 de Novembro de 2026

Fim: 27 de Abril de 2027

Regime: b-learning

Local: None

Formador

Ana Luísa Nunes de Oliveira

Sofia Seabra Leitão Jorge Ferreira

Destinatários

Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A crescente diversidade linguística e cultural no panorama educativo português, decorrente dos fluxos migratórios, tem colocado novos desafios ao desenvolvimento de competências de literacia em Língua Portuguesa (LP). Os Profissionais de Educação reportam falta de preparação para responder a esta realidade, evidenciando a necessidade de formação específica no âmbito do ensino português a falantes de outras línguas e de estratégias pedagógico-didáticas que reconheçam e valorizem os diferentes repertórios linguísticos em contexto de educação formal e não-formal, promovendo a aprendizagem da língua portuguesa junto de todos os alunos. Assim, esta ação de formação visa capacitar os profissionais de educação (Educadores de Infância, Professores, Mediadores Linguísticos e culturais, entre outros) para compreender os processos de aprendizagem da LP em contextos multilingues e multiculturais, promovendo abordagens plurais do ensino de línguas que favoreçam o desenvolvimento linguístico e comunicativo de todos os alunos. Pretende ainda apoiar a construção de práticas pedagógicas inclusivas que articulem língua, identidade e cultura, potenciando o desenvolvimento de competências interculturais. A ação enquadra-se no plano da entidade proponente (Fundação Aga Khan Portugal) para a promoção de ambientes de aprendizagem plurais, equitativos e inclusivos, através do desenvolvimento de programas de investigação-ação com enfoque na literacia em contextos formais e não formais.

Objetivos

1) Compreender os processos envolvidos na descoberta da linguagemescrita (literacia emergente) e ensino-aprendizagem da LP, como língua de escolarização, em contextos multilingues/culturais. 2) Desenvolver competências para analisar, planificar, desenvolver e implementar práticas pedagógico-didáticas diferenciadas, que valorizem os repertórios linguísticos e culturais dos alunos e contribuam para a sua integração linguística e social. 3) Explorar e aplicar abordagens plurais do ensino das línguas no âmbito do ensino-aprendizagem da LP. 4) Reconhecer a dimensão identitária e cultural da língua como fator de inclusão e de fortalecimento das competências linguísticas e interculturais no ambiente educativo, articulando-a com práticas que promovam a participação de todas as crianças. 5) Promover a reflexão crítica e colaborativa sobre crenças, atitudes e comportamentos dos profissionais de educação face ao multilinguismo, a partir da análise de situações concretas.

Conteúdos

Módulo 1 – Descoberta da Linguagem escrita e Aprendizagem da leitura e da escrita: atualização de fundamentos e práticas pedagógicas (10h) 1.Literacia Emergente 1.1. Conceções Precoces acerca dos aspetos figurativos e conceptuais da linguagem escrita; 1.2 Contextos, estratégias e atividades que potenciem a aprendizagem da linguagem escrita: 1.2.1 Escritas inventadas e descoberta do princípio alfabético; 1.2.2 Literacia familiar e o desenvolvimento da literacia emergente. 2.O ensino da leitura e da escrita: fundamentos psicopedagógicos 2.1 Funcionalidade da leitura e da escrita; 2.2 Leitura e compreensão; 2.3 A escrita, mais do que cópia, produção de textos; 2.4 Organização do trabalho pedagógico. 3.Papel da família no desenvolvimento da literacia emergente e na promoção da leitura e da escrita: 3.1. Práticas de literacia em contexto familiar: leitura partilhada, narração de histórias, escrita funcional do quotidiano, jogos de linguagem. 3.2. Estratégias para envolver os cuidadores no desenvolvimento da linguagem escrita. Módulo 2 – Aprender com várias línguas: Educação Plurilingue e ensino do português a falantes de outras línguas no Pré-Escolar e 1.º CEB (15h) 1.Educação Plurilingue: 1.1 Diversidade linguística na sociedade e na escola (multilinguismo, repertórios linguísticos e plurilinguismo); 1.2 Estatuto e funções das línguas (LM, LNM, L2, LE, LH, língua de acolhimento, língua oficial); 1.3 Políticas europeias e instrumentos para a sua operacionalização (QECR, CARAP/FREPA, Portefólio Europeu das Línguas); 1.4 Desenvolvimento da Competência Plurilingue e Intercultural. 2.Ensino-aprendizagem do português como língua não materna: 2.1 Princípios e orientações nacionais: DGE; OCEPE; Aprendizagens Essenciais; níveis de proficiência; instrumentos de diagnóstico; 2.2 Princípios pedagógico-didáticos gerais e específicos: centração no aluno, adequação a perfis diversos, valorização das línguas de origem, scaffolding, avaliação formativa e reguladora, articulação PLNM-PLM e currículo. 3.Educação Plurilingue “em ação”: modelização / exemplificação / demonstração de abordagens plurais (sensibilização à diversidade linguística e cultural, intercompreensão linguística, educação intercultural e didática integrada de línguas). 4.Interculturalidade e competências interculturais: diversidade cultural, relação língua-cultura-identidade e implicações pedagógicas no Pré-escolar e no 1.º CEB. 5.Participação ativa das famílias na educação plurilingue e intercultural: 5.1. Repertórios linguísticos familiares e sua valorização pedagógica na escola (valorização das línguas de herança); 5.2. Estratégias de mediação escola-família em contextos multilingues.

Metodologias

Presencial: (25h) Utilizar-se-ão metodologias ativas, colaborativas e participativas: análise de estudos de caso, simulações, trabalhos de grupo, produção de sequências didático-pedagógicas e respetivos recursos, reflexão crítica sobre práticas pedagógicas e didáticas. Favorecer-se-á a coconstrução de conhecimento e a partilha de experiências entre pares, estimulando o pensamento crítico e promovendo a aplicação prática dos conceitos teóricos expostos. Trabalho Autónomo: (25h) Privilegiar-se-á o desenvolvimento e implementação de atividades pedagógicas e didáticas em contexto real, onde os formandos apliquem os conhecimentos adquiridos nas sessões presenciais. Objetivo: consolidar aprendizagens através da prática, promover a criatividade e inovação, para responder eficientemente a desafios concretos no ensino da leitura e da escrita em contextos multilingues e multiculturais.

Avaliação

A avaliação dos formandos será realizada de acordo com o Despacho n.º 4595/2015, Diário da República, 2.ª Série, n.º 87, de 6 de maio, numa escala de avaliação de 1 a 10 valores: - Excelente (9-10); - Muito Bom (8 -8,9); - Bom (6,5-7,9); - Regular (5-6,4); - Insuficiente (1-4,9). A aprovação dos formandos dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores. A nota final resulta de Avaliação contínua (AC) 60% e Avaliação do Trabalho Produzido (ATP) 40%:

Bibliografia

1.Alves Martins, M. & Niza, I. (1998). Psicologia da Aprendizagem da Linguagem Escrita. Lisboa: Universidade Aberta.2.Caels, F., Segura, J & Albino, S. (2025). Inclusão linguística e curricular de alunos migrantes: orientações para o Nível Zero. Ministério da Educação, Ciências e Inovação / DGE.Candelier, M. (Coord.) (2012). Le CARAP: Un Cadre de Référence pour les Approches Plurielles des Langues et des Cultures – Compétences et ressources/ FREPA – A Framework of Reference for Pluralistic Approaches to Languages and Cultures – Competences and Resources. Editions du Conseil de l’Europe. https://www.ecml.at/Portals/1/documents/ECML-resources/CARAP-EN.pdf?ver=2018-03-20-120658-4434.Conselho da Europa (2001). Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas. Edições Asa. https://area.dge.mec.pt/gramatica/Quadro_Europeu_total.pdf5.Mata, L. (2006). Literacia familiar: Ambiente familiar e descoberta da linguagem escrita. Porto Editora.

Anexo(s)



INSCREVER-ME

Organização e Gestão de Bibliotecas Escolares - Módulo II Missão e organização da Biblioteca escolar

Módulo

 

25,0 horas

 

e-learning

 

Pessoal não docente;

online

A afirmação das novas tecnologias da informação e comunicação introduziu um novo paradigma educativo na escola atual. O livre acesso à informação colocou novas questões e desafios ao processo de ensino-aprendizagem, bem como a aquisição de novas competências literácicas. A biblioteca escolar adquiriu um ...
Ler mais Ler menos

Ref. 274T1 Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1661/2026

Modalidade: Módulo

Duração: 25,0 horas

Início: 2 de Dezembro de 2026

Fim: 3 de Março de 2027

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Pedro Rafael Neto Gomes

Destinatários

Pessoal não docente;

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas da Beira Interior

Enquadramento

A afirmação das novas tecnologias da informação e comunicação introduziu um novo paradigma educativo na escola atual. O livre acesso à informação colocou novas questões e desafios ao processo de ensino-aprendizagem, bem como a aquisição de novas competências literácicas. A biblioteca escolar adquiriu um novo estatuto no âmbito do apoio ao currículo, instituindo-se como centro de aprendizagem e capacitação nos domínios das literacias da leitura, da informação e dos media. Neste contexto configura-se de grande interesse a proposta desta ação de formação, como contributo para a atualização dos percursos profissionais dos Assistentes Operacionais, parceiros fundamentais no apoio ao bom funcionamento da Biblioteca Escolar e como resposta eficaz e adequada às necessidades da comunidade educativa.

Objetivos

1. Capacitar os assistentes operacionais no domínio das TIC, designadamente na utilização da plataforma Moodle, programas de edição de texto, imagem e vídeo, trabalho com folhas de cálculo e domínio aplicações utilizadas nas Bibliotecas Escolares para curadoria de conteúdos e difusão da infirmação. 2. Refletir sobre a Sociedade da Informação e a importância das redes. 3. Compreender a biblioteca como elemento funcional de desenvolvimento pedagógico incorporado nas estruturas da escola, na Rede de Bibliotecas Escolares e na Sociedade da Informação e do Conhecimento. 4. Identificar o papel, missão, função e objetivos das Bibliotecas Escolares no contexto educativo formal e não formal. 5. Dominar procedimentos de organização e gestão documental no âmbito da Biblioteca Escolar. 6. Reconhecer a importância dos serviços da Biblioteca Escolar no apoio ao currículo e capacitação dos alunos nas diferentes literacias, nomeadamente da leitura, da informação e dos media.

Conteúdos

- Plataforma Moodle: funcionalidades como plataforma de formação; - Plataforma Moodle: funcionalidades no processo de produção e difusão da informação no âmbito da Biblioteca Escolar; - Programas de edição de texto, folhas de cálculo e criação de apresentações (Word, Excel e PowerPoint…) - Programas de edição de imagem e vídeo (Paint e Adobe Spark Video…) - Aplicações bibliotecas digitais e para curadoria de conteúdos (Calibre, Wakelet…) - Blogues e redes sociais: princípios base de funcionamento e publicação de notícias - Cidadania digital: segurança, direitos de autor e proteção de dados

Bibliografia

PORTUGAL. Ministério da Educação. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. O que queremos para o futuro das bibliotecas escolares [Em linha]. Lisboa: RBE. Retirado de: http://www.rbe.mec.pt/np4/396 .htmlPORTUGAL. Ministério da Educação. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Programa Rede de Bibliotecas Escolares: Quadro Estratégico 2021-2027[Em linha]. Lisboa: RBE. Retirado de: https://rbe.mec.pt/np4/?newsId=890&fileName=qe__21.27.pdfPORTUGAL. Ministério da Educação. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Prioridades 20/21 escolares [Em linha]. Lisboa: RBE. Retirado de: https://rbe.mec.pt/np4/Prioridades.html



INSCREVER-ME

334